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    Organizações pró-mobilidade por bicicletas lançam livro A Bicicleta no Brasil simultaneamente em oito capitais

Organizações pró-mobilidade por bicicletas lançam livro A Bicicleta no Brasil simultaneamente em oito capitais

O livro “A Bicicleta no Brasil” reúne dados e informações sobre a cultura e o uso das bicicletas no país

No dia 07 de Maio acontece o lançamento do livro “A Bicicleta no Brasil (2015)”, na Bicicletaria Cultural, em Curitiba, às 19h. O livro terá um preço simbólico: R$ 10 para associados da Cicloiguaçu e R$20 para não associados. A verba arrecadada será revertida para o desenvolvimento de ações locais a favor da ciclomobilidade. O capítulo sobre Curitiba foi escrito por Luis Patricio e Rafael Medeiros, ambos integrantes do Programa de Gestão Urbana da PUC-PR.

Além de Curitiba, o livro será lançado em outras oito cidades simultaneamente, pois o trabalho apresenta uma compilação de dados, informações e curiosidades acerca dos usos e da cultura da bicicleta em 10 capitais brasileiras.

O livro foi organizado em forma de parceria entre a associação Aliança Bike, a rede Bicicleta para Todos, a rede Bike Anjo e a UCB – União dos Ciclistas do Brasil e conta com o apoio do Itaú. “As bicicletas passam por um momento decisivo no país. Este movimento diverso foi retratado no livro, trazendo ainda mais força para a causa da mobilidade no Brasil” diz Marcelo Maciel, presidente da Aliança Bike.

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Estudo inédito revela perfil dos acidentes com bicicletas em Curitiba

O blog Ir e Vir de Bike publica a partir desta segunda-feira (20) a série especial Bicicletas em Trânsito que revela o perfil dos acidentes envolvendo ciclistas nas ruas da capital paranaense. As reportagens têm como base o Atlas da Acidentalidade com Bicicletas no Trânsito Urbano de Curitiba em 2014, um levantamento inédito feito pelo blog que analisou os 782 acidentes envolvendo ciclistas que foram atendidos pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros do Paraná, entre os dias 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2014.

Veja matéria completa em: Ir e Vir de Bike

O mapa elaborado pelo Ir e Vir de Bike está disponível também em: Mapa de Acidentes.

Por mais calma nas vi(d)as!

Ontem estava na rua Brigadeiro Franco entre a Com. Araújo e a Vicente Machado. Estava um pouco a frente dos carros e então pensei em ocupar a segunda faixa, pois seguiria reto até a Carlos de Carvalho. Quando olho pra trás escuto um barulho de aceleração forte. Fiquei então na faixa da direita e deixei o apressadinho acelerar a vontade para parar na esquina com a Vicente no semáforo. Cheguei junto com ele sem pressa. Falei pra ele pegar leve, ele deu sinal de positivo e então cheguei um pouco a frente dele na Carlos de Carvalho. Existe gente que defende que alta velocidade não representa perigo, porém nesta situação senti medo de ocupar a segunda faixa e o cara não dar conta de freiar. Quem é inteligente sabe que uma velocidade máxima alta na cidade não significa que a velocidade média será alta também. E quem é ciclista sabe dos riscos de se pedalar em uma cidade com velocidade máxima alta, por mais que a velocidade média seja baixa. Cidade é feita de várias pessoas usando vários modais de transporte, portanto precisamos aprender a compartilhar espaço uns com os outros, prezando pela segurança deles!

Reunião das montadoras

Em uma reunião secreta em uma cidade na Europa, os presidentes das maiores montadoras de automóveis do mundo discutem qual o melhor país para instalar novas fábricas e investir na produção e comercialização nos próximos anos. Em meio ao debate acalorado, cada qual tentando atrair investimentos para a sua região, os representantes dos EUA e da Europa nem tentaram falar, pois todos conhecem o fato de haver excesso de automóveis e um povo com elevada educação e conscientização ecológica. Os representantes da China e India estavam convictos que o futuro era ali, onde bilhões de novos consumidores estavam ávidos para comprar seu primeiro carro. O problema é que demoraria décadas para que a renda per capita fosse suficiente para deslanchar tal mercado. Então o representante brasileiro falou: Invistam no país onde há dezenas de milhões de pessoas amantes de automóveis que pagam o dobro do valor internacional por um carro sem tecnologia, que o compram antes mesmo de adquirir sua casa própria (mesmo sabendo que gera uma enorme despesa), onde o governo trabalha para nós e ao invés de investir em transporte publico de qualidade, gasta bilhões em avenidas e viadutos desnescessários, não pune os responsáveis pelos acidentes e […]

Ciclorrota oficial: Portão-PUC

Será inaugurada oficialmente nesse sábado a ciclorrota que liga o Largo Jacó Stofella ao Portão 2 da PUCPR.

Compareça e deixe sua opinião.

Ciclorrota: Do Hauer ao Centro

Dentre os vários percursos que já fiz uma das rotas que facilitou minha vida ao ir do Hauer ao Centro em Curitiba foi uma que começa na Linha verde no final da ciclofaixa da Marechal. Infelizmente na Marechal Floriano a partir do Parolin em Curitiba, não contamos com ciclovia, ciclofaixa e nem via calma para fazer o acesso até a região do centro mais próxima ao Batel (porque próximo a região do Alto da XV e Centro Cívico, até tem a calçada compartilhada).

O que a maioria dos ciclistas fazem é ir pela canaleta, porém com o alto fluxo de biarticulados, a canaleta gera um grande risco para o ciclista experiente, quanto mais para o inexperiente. E durante este tempo que ia até o centro de bike, sempre tinha muito medo de ir pela via dos carros na Marechal, mesmo pedalando forte e no centro da faixa da direita, ou quando não tinha espaço, no bordo da pista. Certa vez inclusive um motorista ficou indignado comigo no meio da rua, pouco depois do viaduto da Marechal Floriano com a Linha Verde, gritou para mim sair de lá. Respondi sem perder o respeito, mas com uma voz não muito amigável que […]

Grades e fatalidade

Em vários locais das avenidas estruturais de Curitiba (as “canaletas”) foram instaladas grades de proteção para tentar evitar o cruzamento de pedestres nos pontos mais perigosos. Muitas delas a pedido da própria sociedade, como é o caso da UTFPR, solicitada pelo seu diretor à época. A esquina da avenida Sete de Setembro com a avenida Marechal Floriano, onde encontra-se a UTFPR, foi considerada a mais perigosa de Curitiba devido ao grande número de acidentes com vítimas. Eu mesmo presenciei um atropelamento nesta esquina há 10 anos atrás, quando não havia grades de proteção, de um jovem que estava calmamente conversando com seu grupo de amigos, parados sobre a calçada que divide a canaleta da via local e, num momento de descuido, invadiu o asfalto da canaleta exatamente no momento que passava um biarticulado. O barulho do impacto de seu corpo com o coletivo nunca mais esquecerei.

Invoco este triste fato para explicar que não é só bebida e drogas que matam mas comportamento de grupo também. Pessoas, quando estão em grupo, fazem coisas estúpidas que não fariam quando estão sozinhas, especialmente os adolescentes. Este acidente poderia ter sido evitado se houvesse tais grades.

Parece incrível, mas atropelamentos como este ocorrem todos […]

Janeiro Quente

O mês de janeiro de 2015, bem que poderia passar a ser designado como o mês mais quente dos últimos anos em Curitiba. Mas para nós esse mês pode passar a ser o mês da bicicleta, desbancando o mês de setembro.
O mês de janeiro de 2015, esta sendo realmente quente para a história das bicicletas em Curitiba.
Esse foi o mês em que a Prefeitura de Curitiba sancionou , com vetos é verdade, a Lei da Bicicleta. Lei de iniciativa popular, que ingressou na câmara municipal com apoio e com o peso de 14.063 assinaturas de eleitores e para se tornar realidade contou com a iniciativa e apoio fundamental do Marcos Juliano do Voto Livre que lidou incessantemente desde o nascedouro da lei até sua promulgação em trabalho digno de gigante.

A Lei 14.594, a Lei da Bicicleta , como assim denominada, traz como principal destaque o reconhecimento da bicicleta como “modal de interesse social “ além disso traz a obrigação do poder publico municipal garantir a implantação de ciclovias ou ciclofaixas em pelo menos 5% de todas as vias urbanas, fixando um gabarito técnico para sua implantação.
Outro ponto de enorme importância foi a de assegurar que os estabelecimentos de comerciais, […]

Chegando de bicicleta na escola

Crianças holandesas vão de bicicleta para escola aos montes. De acordo com a União de ciclistas da Holanda, do total de deslocamentos de bicicleta na Holanda, 18% são feitas para se chegar num estabelecimento de ensino: escolas, cursos ou universidades. Isso é muito mais do que os 6% de deslocamento com motivo de lazer e mais do que os deslocamentos para o trabalho (16%)!

Setembro passado houve uma notícia preocupante sobre cada vez mais crianças sendo levadas de carro para escola na Holanda. Era sobre crianças do ensino fundamental. David Hembrow já debulhou esses relatórios e pôs os números na perspectiva correta. Ele revelou que dois terços das crianças holandesas com menos de 12 anos vai para escola andando ou pedalando. Isso é um número alto, especialmente comparado aos outros países. Isso foi exatamente o que o blog Cycling Dutchman  fez esta semana: comparar uma escola primária holandesa ao Reino Unido. Mas os números são ainda mais altos entre as crianças do ensino médio, com idade entre 12 e 18 anos (após disso eles se tornam universitários). Entre essas crianças, 75% vão de bicicleta para escola! Para os pimpolhos que moram menos de 5km a porcentagem chega em 84%.

Estes números […]

  • "Winter Bike To Work"
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    Dia de Bike ao Trabalho: a chance de aprender sobre as barreiras ao ciclismo urbano

Dia de Bike ao Trabalho: a chance de aprender sobre as barreiras ao ciclismo urbano

A equipe analisou os resultados de uma pesquisa com mais de 1.000 participantes do Dia De Bike ao Trabalho.

Planejadores de transporte e autoridades locais devem usar eventos promocionais como o Dia de (Inverno) Bike ao Trabalho e Escola em Boulder para descobrir quais barreiras estão impedindo um grupo diversificado de pessoas a usarem a bicicleta para ir ao trabalho com mais frequência.

Uma pesquisa da Universidade de Boulder e Denver do Colorado identificou que os eventos bicicleta ao trabalho podem fornecer informações úteis para o poder público municipal que procura aumentar o número de pessoas que se deslocam regularmente de bicicleta.

“Eles são uma ótima maneira para as autoridades da cidade entenderem, ‘Quem é a população que estamos tentando alcançar?'”, Disse Dan Piatkowski, que liderou a pesquisa como um estudante de doutorado em Denver no campus da CU e é agora um professor assistente de estudos urbanos e de planejamento da Universidade Estadual de Savannah.

“Todas essas pessoas participam do Dia De Bike ao Trabalho. Eles querem pedalar para o trabalho. Se eles estão lá, você pode falar com eles e descobrir:” Quais são as outras coisas que podemos fazer para levá-lo a andar com mais frequência ? ‘”

A equipe de pesquisadores analisou os […]

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